A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), comentou a nomeação do vereador Rogerinho Dakar (PSDB) para o comando do DAE-VG e revelou que a escolha foi um plano B dentro da estratégia da gestão. Segundo a prefeita, a decisão tem como principal objetivo ampliar a interlocução política da autarquia com a Câmara Municipal e com a população.
Flávia afirmou que a primeira opção discutida com o vice-prefeito Tião da Zaeli (PL) foi o vereador Raul Curvo (Republicanos), presidente da Comissão de Saneamento Integrado. No entanto, o parlamentar recusou o convite.
“Foi alinhado com o vice-prefeito Tião. Pensamos primeiro no Raul Curvo, mas ele declinou, disse que não era o momento e que preferia acompanhar os trabalhos da concessão de outra forma. Eu entendi. A partir disso, partimos para outro nome e chegamos ao Rogerinho”, explicou a prefeita.
De acordo com Flávia, a escolha de um vereador experiente para o cargo de diretor-presidente atende à necessidade de fortalecer o diálogo institucional, sobretudo diante das dificuldades enfrentadas pelo DAE.
“É justamente para fazer uma interlocução maior com a Câmara. Ele tem a visão de vereador, foram dois mandatos, tem experiência e sabe se comunicar tanto com o Legislativo quanto com a população”, afirmou.
A prefeita também destacou que a mudança no comando da autarquia ocorreu após a avaliação de que a gestão anterior não conseguia avançar na articulação política necessária para enfrentar a crise no abastecimento de água no município.
“A saída do Zilmar [Dias] foi pela necessidade de uma maior interlocução com a Câmara e com a população. Precisávamos de uma pessoa mais política”, disse.
Além de uma decisão em harmonia com Tião, a indicação de um vereador para o DAE, autarquia que representa o principal desafio da gestão, teria contado com a articulação do novo secretário de Governo, Silvio Fidélis, que também já foi nomeado com a missão de ser ‘bombeiro’ na relação com a Câmara de Vereadores.
ASSISTA:
(HNT)

