Sem criatividade no meio-de-campo e com pouca eficácia no ataque, Operário Várzea-Grandense e Mixto protagonizaram o “clássico dos milhões”, com muita transpiração e pouca inspiração, no Estádio Vereador Dito Souza, no Cristo Rei. O empate em 1 a 1 confirmou a força defensiva das duas equipes e premiou o esquema de forte marcação, imposto pelos dois treinadores.

O atacante Kauê Falhardo colocou o tricolor da Cidade Industrial em vantagem, num belo gol, enquanto o volante Robson Lopes empatou, de cabeça. O clube de Várzea Grande jogou com 10, em campo desde os 26 minutos da etapa inicial, quando Lucas Lotto, substituto do artilheiro Alisson, foi expulso por entrada desleal.

Na verdade, o clássico de maior rivalidade em Mato Grosso levou bom público ao Estádio Vereador Dito Souza, mas ficou devendo em futebol.

É essencial reconhecer que o Tigre de Cuiabá jogou melhor, com maior posse de bola, mas o tricolor de Várzea Grande teve desempenho de muita valentia, superando a má atuação da fase classificatória, quando foi goleado por 4 a 1, no mesmo local.

No segundo tempo, mesmo com um jogador a menos, as melhores chances foram do Chicote da Fronteira, obrigando o goleiro Glaycon Rian operar duas defesas quase milagrosas.

Em sendo assim, a vaga na final será decidida no Dutrinha, no próximo sábado (21), a partir das 17 horas.

Em outra semifinal, Sport Sinop e Luverdense se enfrentam, a partir das 17 horas deste domingo (15), no Estádio Gigante do Norte (Sinop), valendo pelo jogo de ida.

(Por Ronaldo Pacheco)

 

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